quarta-feira, 21 de julho de 2010

avecésar!

Eu não quero uma vida plena, dona Helena;
Eu quero é uma sexta feira na Gabeira.
Eu não quero ser santa, dona Samanta;
Quero sentir o vento, o passar do tempo, sem ter que me preocupar com desalento.
Eu não preciso de discursos, senhor Tiburcio;
Eu quero é poder desfrutar de todos os prazeres da vida sem ter que me preocupar com acusações e falatório sobre alienação.
E essa ultima parte fica assim, sem rima.

Que é pra coisa parecer mais séria.

2 comentários:

Fulana d'Tal disse...

"AS rimas são sérias em certezas infundadas
é que nos apossamos da licença poética!"

to te seguindo, vamos ver onde vamos chegar. :D

peagÁ! disse...

Caramba!
Que peso esse poema!
Brilhante!
Sigo-te também!
=D Prazer

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