segunda-feira, 2 de março de 2009

sweetheart

entre babados e balangandãs a noite ia chegando ao fim.
ele jamais fraseava a mesma coisa do mesmo jeito duas vezes, e sorria singelo, não precisava escancarar a boca e mostrar os dentes pra sabermos que ele estava feliz.
gostava desse mistério que o envolvia, de como ele deixava que o conhecessem na paralela, não gosto nem um pouco de gente previsível, efusiva.
ele tinha sua própria felicidade embutida, não precisava procura-la em nada nem em ninguem, e eu que gosto tanto das singularidades!
mas a vida tem uma maneira engraçada de nos dar uma rasteira quando parece que esta tudo indo tão bem.
sonhos são feitos para serem sonhados, afinal.
e o destino parece que descruzou nossas vidas.
mas eu faço de conta que não.

2 comentários:

vicente cortello disse...

parece que isso foi escrito pra mim.

Guilherme Ichigo disse...

Foda demais meu!!
parece que isso foi escrito pra mim.[2]
Bejo Nat!

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